Vagando pelo limbo...


Depois de um campeonato estadual cheio de desilusões, falsas esperanças, lambanças e concluído com um jogo que ninguém deu a menor importância (à exemplo de nosso diretor de esportes, Gonçalves, que nem subiu a serra), chegamos a um limbo onde não se sabe que rumo tomará nosso amado clube.
Estamos nos "preparando" para uma Série B de incertezas e medos, a opinião é unânime nas rodas de Avaianos e muitos dão como muito alto o risco de queda para a terceira divisão do campeonato nacional.
Hoje teremos mais uma assembleia de nosso conselho (???) e não se sabe ao certo os rumos que tomam essas reuniões de gente de havaianas e gelada na mão.
Vem faltando profissionalismo, os blogs estão cansados de bater na mesma tecla, faz tempo que não escrevemos por um bom motivo e se menciona até que não se tem registro de épocas de vacas tão magras por um período tão longo. Um tio meu, ainda ontem, comentou comigo que desde a época que frequentava o Adolfo Konder não via um momento tão complicado como o atual.  "Ah Thiago, mas nem faz tanto tempo que não ganhamos um título, já ficamos mais tempo do que isso..."
Não falo nem de títulos meus amigos, falo de fase ruim mesmo, de fase sem perspectivas de melhoras. Como diz nosso amigo Fábio Makowieski: "A merda garrô!"
O Avaí é maior que toda esta crise e vai superá-la. Não tenho dúvidas! O que mata o torcedor é a incerteza do "quando".
Que nossa Senhora da Ressacada esteja conosco e ilumine a cabeça de nossos conselheiros nesta noite!

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Revisem os processos!



Há muito que o torcedor Avaiano não vem se preocupando apenas com o que rola dentro das 4 linhas. Não que não deva, pois o fato é inegavelmente desolador. 
O que vem ocorrendo nos bastidores da Ressacada e nos deixando mais preocupados do que com o campo, é algo sujo, feio, e digno de ser um case estudado de como não se administrar uma empresa. 
Futebol é produto complicado, envolve paixão, emoção, loucura, mas é antes de mais nada um negócio, e como todo negócio envolve gestão as coisas no Avaí Futebol Clube vão de mal a pior.
Temos hoje no maior do estado uma situação periclitante, uma verdadeira escada repleta de degraus mal construídos. A presidência não está gerindo da forma mais adequada e não larga o osso, a administração não se entende, quem deveria gerenciar não vem mostrando destreza para isso, o atendimento ao cliente e sócio vem mostrando estar pouco se lixando (vide o blog do nosso amigo André Tarnowsky). Temos a incerteza de salário pingando na conta, a imprensa batendo no time de Florianópolis e protegendo o time de São José, associados que estão cancelando suas carteirinhas.... Enfim, é um pandemônio!
Nós torcedores, frequentadores do mais belo estádio de SC, ficamos cansados de apenas visitar aquele monumento e não ver um bom futebol, que sem sombra de dúvidas é reflexo de uma retaguarda mal administrada. Não temos perspectivas de mudanças, não temos mais o NOSSO AVAÍ.
Já passou da hora de parar com essas assembleias ridículas com participante de chinelo tomando gelada, já passou da hora de ver famílias lucrando com o coração do sócio torcedor vendendo pastel velho, já está mais do que na hora do Avaí ser gerido por profissionais capacitados.
O Avaí precisa de uma revisão do seu macro processo, precisa de um especialista que destrinche toda a podridão que anda pelos corredores do Aderbal Ramos da Silva, precisamos analisar friamente setor à setor, desde a forma como se atende nas catracas até a forma de se delegar funções.
Queremos mudanças já!
O clássico vem aí e não temos motivos para estarmos tranquilos...

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Nilton vai sair. Só resta saber quando

Divulgação: Avaí FC
Era sexta-feira, horário de almoço. Em um tradicional restaurante de Florianópolis, um grupo de ilustres avaianos se reunia com a atual diretoria azurra, procurando soluções para a fase terrível do time da capital de Santa Catarina.
Eles nem imaginavam que dois dias depois o time perderia para o Brusque, chegando à sua sexta derrota consecutiva na competição, mas já exigiam mudanças drásticas na direção do clube. Era o "soco na mesa" que estava faltando.
A tropa de elite, formada por Tullo Cavallazzi, Eduardo Gomes, Waltinho Koerich, o próprio presidente Nilton Macedo Machado e outros notáveis avaianos que dispensam apresentações, traçavam a solução para a saída da lama.
No plano, exige-se o afastamento do atual presidente e vice-presidente do Leão da Ilha. Nilton Macedo, aliás, sabe que a melhor decisão é o seu afastamento ou renúncia: é o melhor pro clube, onde sua situação é insustentável, para sua empresa e também para sua família, que já pede publicamente o sua licença há algum tempo.
Mas quem assumiria? Já há um nome que vem sendo guardado à sete chaves para disputar nova eleição visando um "mandato tampão". O perfil lembra muito ao do ex-presidente Zunino: avaiano acima de qualquer suspeita, empresário bem sucedido e bem relacionado com outros grandes empresários. Seria a solução para sanear o clube à curtíssimo prazo, arrumar a casa e corrigir o curso de decisões equivocadas da atual gestão.
O positivo, é que toda esta movimentação dos bastidores não está sendo tramada pelas costas da atual diretoria: Nilton e Battistotti estão sendo envolvidos nas discussões e nas decisões. A sensação que este grupo de avaianos passa, é que ao invés de apontar erros, estão dedicando tempo e esforço para encontrar as soluções.
Esperamos que estas sejam as melhores decisões para que o Avaí Futebol Clube volte a ser aquele glorioso esquadrão que o torcedor se acostumou a ver e não este clube que vem ano após ano enfrentando seríssimos problemas dentro e fora de campo. O torcedor avaiano está cansado de lutar pelo rebaixamento. Já passou da hora de voltarmos a brigar pelas conquistas que fazem parte da nossa rica história quase centenária.
Via ESPNFC

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Reencontro, erros de arbitragem e mais uma vitória

Amigos em peso no "esquenta" antes do clássico
Foto: Rodrigo Buch
Ontem foi dia de voltar à nossa casa. Foi o primeiro jogo do Avaí na Ressacada após a troca completa do gramado iniciada ainda ano passado. Foi dia de tomar aquela cuba no capricho do Sansão, comer o espetinho do Alemão e rever a galera. 
Mesmo com os graves erros de arbitragem do Sr. Ronan Marques da Rosa, que não marcou três pênaltis claros para o Avaí, sem contar com outro discutível (agarrão em William), o Avaí venceu o jogo com um gol do matador William.
William aliás tem um retrospecto de respeito em clássicos: em 5 jogos disputados, marcou 5 vezes. E além disso, nunca perdeu: são 3 vitórias e 2 empates.
O time jovem do Avaí, composto essencialmente de jogadores advindos da base e que jogaram a Copa São Paulo de Futebol Júnior este ano, está superando as expectativas do torcedor azurra: apresentou um futebol consistente, de aplicação tática e com certa qualidade. Ainda não é o nosso time para a Série B, mas já esteve mais longe do ideal. Estamos evoluindo jogo após jogo!
Com o triunfo de ontem, desempatamos em vitórias em clássicos disputados na Ressacada: agora são 14 do Avaí contra 13 do Figueirense. E se considerarmos os últimos 28 clássicos disputados, chegamos à 13 vitórias contra 5 do rival.
É amigos, não está sendo fácil ser torcedor do tricolor do Estreito nos últimos anos! Só dá Leão!
Via ESPNFC

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O que esperar do único clássico de SC?

O matador Willian quer deixar mais uma marca no clássico. Foto: Getty Images
Que Santa Catarina possui apenas um jogo digno de ser chamado de clássico, nós já sabemos.
Na próxima quinta-feira, Avaí e Figueirense se enfrentam pela primeira vez em 2016, desta vez pelo Campeonato Catarinense.
No Avaí, um time jovem que vem dando conta do recado
Com a falta de dinheiro em caixa proporcionada pelo rebaixamento à Série B e pelas mancadas administrativas da diretoria avaiana, o Leão da Ilha apostou em um time composto principalmente por jovens jogadores da base avaiana e o resultado está surpreendendo o torcedor azurra. O time é marcado principalmente pela velocidade e pelo vigor físico. Ainda deve muito tecnicamente, é verdade, mas a quarta colocação na tabela não veio por acaso.
O melhor gramado de Santa Catarina está de volta
É um jogo festivo para a torcida avaiana, afinal, é a reabertura da Ressacada após a troca do gramado que iniciou ainda no ano passado. São 89 dias longe da maior torcida de Santa Catarina.É pra matar a saudade da nossa segunda casa!
Batoré joga
O experiente goleador Willian, a referência no ataque avaiano e esperança maior da torcida azurra para o clássico, foi julgado ontem pelo TJD por um expulsão injusta contra o Camboriú, mas foi absolvido por unanimidade. Sinceramente? Em um caso desses, o TJD não deveria recomendar no mínimo uma geladeira pro árbitro trapalhão? Que Willian tenha uma noite iluminada na Ressacada!
Figueirense aos frangalhos, mas nem tanto
O time do Estreito vem em uma crise tremenda. O time vem caindo de produção, está à dois pontos do último colocado, não vence há cinco rodadas e teve seu técnico rebaixado à interino recentemente. E pra piorar, o seu melhor jogador, Clayton, foi negociado com o Atlético-MG. A luz no fim do túnel para o tricolor de Floripa é a estreia do bom técnico Vinicius Eutrópio e a "lógica" do clássico de SC, onde geralmente, o time que amargura uma crise, acaba derrotando o adversário. Bate na madeira!
Briga de foice no escuro
Será um dos clássicos mais fracos tecnicamente dos últimos anos. Será mais do que nunca, decidido na força, na raça e no detalhe. Quem errar menos, vencerá. E espero que este seja o Leão da Ilha!
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Avaí: a casa da mãe Joana

Foto: Polidoro Junior
Desde 2012, quando os jogadores invadiram a coletiva do então presidente João Nilson Zunino que anunciava Marcelinho Paulista como novo dirigente do clube, o Avaí não consegue ficar mais de um trimestre sem um vexame, uma bomba, um episódio lamentável. Passamos por inúmeros atrasos de salários, rachas no elenco, jogador irregular que ocasionou em perda de pontos, dentre outros fatos dignos de um time de várzea.

O presidente Nilton Macedo, dentre outras ações deste o início de seu mandato, veio renegociando as dívidas proporcionadas pelas ações trabalhistas, principais agentes do aumento exponencial da dívida do Avaí na última década durante a gestão de João Nilson Zunino.

Mas o que aconteceu em 2015? Os salários de todos os funcionários do clube, incluindo os jogadores, atrasaram, refletindo no desempenho dentro de campo (e foi sim, fator determinante para o rebaixamento para Série B deste ano) e o pior: gerando novos processos trabalhistas, como por exemplo de Eltinho e Roberto, contra o Avaí Futebol Clube.

Isso sem contar com os péssimos resultados dentro de campo (com exceção de um acesso aos 45 minutos do segundo tempo na Série B de 2014) e com a inabilidade de conseguir patrocínios para ajudar a sanar os problemas financeiros do Avaí.

Esta semana, em entrevista coletiva convocada pelo próprio presidente, havia a expectativa de esclarecimentos ao torcedor azurra. Mas o que aconteceu? Mais um episódio desta sequência de trapalhadas da atual gestão do clube: além de nada de novo por parte do presidente, foi permitido que uma das organizadas do Avaí entrasse na coletiva de imprensa, colocasse uma faixa na mesa da coletiva pedindo a cabeça do mandante do clube e bananas sobre a faixa. Tudo isso, ao lado das marcas de nossos patrocinadores. Não contente, os jogadores apresentados após o vexame (Célio Santos e Rafinha) usaram bonés das organizadas, quando poderiam utilizar bonés do fornecedor de material esportivo do Leão, por exemplo.

Na boa: se já estamos há dois anos sem um patrocínio master (e isso por total incompetência da atual gestão), qual marca gostaria de vincular seu nome à esta verdadeira bagunça que hoje é o Avaí Futebol Clube?

Acho legítimo o papel das organizadas em protestar contra essa administração fraca de nosso clube. Se não há pulso firme dentro da Ressacada, que venha dos torcedores de forma organizada. Mas não acho que o espaço para isso seja dentro de uma coletiva de imprensa. O protesto deve ser feito nas arquibancadas, no entorno da Ressacada e em reuniões convocadas para este fim.

Hoje o Avaí está sem norte, sem rumo e sem perspectivas de futuro. A desordem está dentro e fora dos tijolos da Ressacada. Se não houve uma mudança geral no comando do clube, nosso futuro promete ser muito sombrio. A Série C está logo ali...

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Gonçalves é capaz de tirar o Avaí da lama?

Foto: Alceu Atherino / Avaí FC
Na penúltima rodada da Série A 2015, chegamos a ficar 1 ponto fora da zona de rebaixamento, porém dependiámos de uma vitória contra o campeão Corinthians, em uma Arena lotada.
Marcamos nosso gol. Faltando 15 minutos para o campeonato terminar, o Avaí ainda estava na Série A. Mas veio Vagner Love, empatou a partida e a Série B caiu no nosso colo.
Mas não foi neste jogo que o Avaí caiu. Não vencemos os jogos que deveríamos ter vencido em casa, como Vasco e Coritiba, por exemplo. Isso tudo, aliado à uma sucessão de erros da diretoria foi crucial para a queda de rendimento do time: se repetiu o mesmo erro dos anos anteriores, culminando no atraso de salários aos jogadores.
O Avaí, historicamente vive o mal de todos os times médios, como os de Santa Catarina: com pouca verba se comparado aos grandes do Clube dos 13, permanecer na Série A é digno de se comemorar como um título e brigar para estar entre os quatro melhores na Série B é nossa Libertadores. É o eterno sobe e desce entre as divisões nacionais.
O rebaixamento do Avaí foi dolorido, mas foi extremamente merecido. Como ação imediata, a diretoria demitiu todo o departamento de futebol e pretende começar o trabalho do zero. Desde o começo de dezembro com dificuldades de um nome para  comandar o futebol azurra, eis que o Avaí anuncia a vinda do ex-jogador Golçalves. Desde 1999 quando pendurou as chuteiras, o ex-zagueiro da seleção brasileira e do Botafogo vem se aperfeiçoando: além de formado em educação física, chegou a fazer cursos na base do Barcelona.
É a solução para os problemas do Avaí em 2016? A resposta para essa pergunta, fica à cargo do principal culpado pelo rebaixamento: o presidente Nilton Macedo Machado.
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Torcer ou acreditar?

Vitória contra a Ponte Preta mantém o Avaí vivo até o final
Foto: Jamira Furlani / Avaí FC
No final do ano passado, escrevi aqui um post com o mesmo princípio deste. Naquela ocasião, o Avaí precisava de uma combinação improvável - mas não impossível - de resultados para se classificar para Série A deste ano. Eu não acreditava, mas torcia.
Neste ano, a situação é bem parecida: o Avaí precisa vencer o Corinthians em plena casa do adversário se quiser garantir a permanência na Série A. Caso não vença, começa a torcida por resultados improváveis, como por exemplo uma derrota do Figueirense contra um provável time reserva do Fluminense.
Ano passado, além de vencer o Vasco na Ressacada, o Avaí precisava torcer por tropeços do Boa e do Atlético-GO. No final de tudo, o improvável aconteceu e naquela ocasião, escrevi um post entitulado nunca duvide do Avaí, comemorando mais um acesso, dentro de campo.
A verdade é que ano após ano, a diretoria avaiana vem repetindo os mesmos erros. Algumas das 5 razões que eu defendi que assegurariam o Avaí na Série A de 2016 foram por água abaixo:
Nosso bom técnico Gilson Kleina perdeu a mão do grupo e a diretoria demorou muito para substituí-lo.
Outro fator foi a falta de habilidade da diretoria em fechar patrocínios, o que contribuiu mais uma vez para o atraso dos salários dos jogadores e que sem dúvida refletiu no baixo rendimento do time na reta final da competição.
Estamos vivos?
Matematicamente, sim. O nosso Avaí é o clube que "faz coisa", que renasce quando menos se espera. Mas Nossa Senhora da Ressacada já está bastante cansada de operar tantos milagres. Vamos torcer até o fim e esperar que semana que vem, eu possa escrever mais um post dizendo que nunca devemos duvidar do Avaí. Que assim seja. Amém.
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O futebol do Avaí fora das 4 linhas - Parte II

Após minha postagem ontem relatando os problemas na administração do Avaí com relação ao atendimento dado aos torcedores/sócios/clientes, compartilhei a informação na página dos torcedores no Facebook. Para minha surpresa, uma figura importantíssima em nossa história relatou ali, ter passado pelo mesmo problema que nós passamos na Ressacada. 
A figura no momento, o Sr. Décio Girardi. O ex-presidente do Avaí Futebol Clube (1986-87) deixou as palavras que reproduzo na íntegra, logo abaixo, com uma pequena interação que tivemos naquela página:

"Décio Girardi: Isso tem que mudar ,sim. Olha o que aconteceu comigo no dia da feijoada do Avaí. Já fui presidente do clube, e do Conselho, sou sócio benemérito, e pasmem fui barrado porque queria mostrar o campo de jogo, da rampa, para meu netinho de 4 anos. Quase morri de vergonha. Na loja do clube fui comprar camisetas etc. A dona da loja perguntou se eu era sócio, disse que fui presidente e era sócio benemérito, e novamente, pasmem meu nome não constava da lista. Aí não dá.
Thiago Roberto da Costa: O senhor só pode estar brincando... A este ponto eu não imaginava que os péssimos serviços prestados poderiam chegar... Falta total de respeito!!!
DG: Posso imaginar o que acontece com os sócios, pois isso aconteceu comigo, na frente de varias pessoas da minha família, mesmo tendo me identificado. Quando disse que quase mori de vergonha, isso também é verdade.
TRC: Sr. Decio. escrevo para o blog Devirada. Posso postar o comentário do senhor no blog com a finalidade de dar maior repercussão ao descaso do nosso time?
Forte abraço!
DG: É verdade, não tenho porque esconder.
TRC: Ok! Obrigado!"

Um pouco sobre os feitos do Sr. Décio Girardi no Avaí Futebol Clube:
Em sua gestão, o Avaí conquistou a iluminação da Ressacada, o asfaltamento das vias de acesso e estacionamento, a reformulação dos departamentos médico e de musculação e o reconhecimento da importância da história do clube, com a criação da Sala de Troféus “Cel. Osni Meira”, da Sala da Diretoria “Amadeu Horn”, além da organização da galeria de fotos dos ex-presidentes. (fonte: http://www.memoriaavaiana.com.br/decio-girardi/)

Após esse pequeno bate papo cheguei a conclusão de que, de fato, o Avaí não está preocupado prestar um bom atendimento à comunidade avaiana. Se um ex-presidente, que fez diversas ações para a melhoria do clube e que prezou pelo reconhecimento da história e dos ex-presidentes do clube foi tratado desta forma, o que nós simples sócios podemos aguardar do Avaí?
O Avaí precisa passar por uma reformulação administrativa já! É inconcebível que um clube de série A que tem tanta história e a maior torcida do estado, passe pela situação que passamos.
A campanha das camisas para as cidades do estado foi uma boa jogada, a recepção dos haitianos no estádio também foi excelente, porém não podemos apenas fazer coisas "pra inglês ver". Quem dá vida ao Avaí é a torcida, seu principal cliente, e motivo da existência do clube.

RESPEITO É O MÍNIMO QUE EXIGIMOS!


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O futebol do Avaí fora das 4 linhas



A situação do nosso time é periclitante no campeonato. Estamos há 7 rodadas sem uma vitória, e, para nossa sorte, o pessoal do Z4 não está afim de sair de lá. Com a mesma sorte que subimos no ano passado, estamos fora do grupo da morte neste ano. Pena que não por muito tempo! Não dá mais pra contar com o acaso...
Mas minha postagem hoje, vai sair um pouco de tudo que se lê sobre o Avaí e seus insucessos nas últimas rodadas.
No último final de semana estive em Curitiba para acompanhar cap x AVAÍ na Arena da Baixada. No ano passado estive neste estádio num jogo da Copa, e minha visão foi bem contrária a desta visita.
Fiquei simplesmente perplexo com a forma com que o clube utiliza todos os meios que tem para exaltar o time!
Fora a estrutura física do estádio, a diretoria do CAP e seu super atuante departamento de marketing, dão um show à parte. Eles tem diversas promoções e formas de interação com o torcedor.
Na entrada do time, toca o hit "Rock you like a hurricane", em alusão ao apelido do time. Neste momento o telão acompanha o refrão com a letra, enquanto o escudo do CAP aparece de diversas formas. 
No intervalo, tem promoção do primeiro sócio a entrar em campo, "câmera da dança" e "câmera do beijo". Durante o jogo, muitos torcedores utilizam seus smartphones para filmar lances, gols, enfim, momentos do jogo, e utilizam uma hashtag para que estes videos sejam selecionados e transmitidos no intervalo. Ao final do jogo, a torcida visitante é liberada antes, porque logicamente está em menor número, mas a torcida local não reclama, obviamente porque deve rolar algum tipo de interação ou promoção para eles. 
O sistema de som traz atualizações sobre substituições, sendo que, quando no time da casa, utiliza-se fotos dos jogadores e mostra ao mesmo tempo no telão a informação. Traz também, o placar de jogos de interesse próprio, tanto no som quanto no telão. 
O atendimento ao cliente, pelo menos, visto do lado visitante, é impecável! 
Desde a bilheteria, aos bares, banheiros, até instruções de uso do local e informação para saída mais segura.
Nos bares, o atendimento é top! Tem a opção de utilização de cartão de débito, e mais opções de lanches do que o nosso pastel velho...  Convenhamos, os bares da Ressacada, só são bons para que explora o serviço!

O que me alenta, é o fato de ter plena certeza que nossa estrutura é a melhor do estado. Temos o estádio mais bonito e moderno, temos serviços que não são oferecidos em outros locais e por aí a fora.
O que pega, é a má utilização da estrutura.
O que pega, é a falta de uma gestão decente!
O que pega, é que o Avaí não está nem aí para o cliente. E essa minha reclamação não é de hoje, só que quanto mais o tempo passa, e quanto mais informação é levantada, mais podre eu vejo que é o atendimento dado pelo Avaí aos seus torcedores. 
Hoje só o que mantem o Avaiano é a paixão! O torcedor do Avaí é mal atendido, mal recepcionado, mal tratado e, se tenta reclamar de algo, é escorraçado ou sequer tem seus pedidos ouvidos.
O Avaí tem que dar graças a Deus que o futebol é essa paixão louca, e que torcedor é bicho irracional. É incrível ver que temos uma estrutura top, que temos equipamento, que temos uma área invejável e isso não é bem explorado.

Hoje a vida do torcedor do Avaí (sócio) pode ser listada da seguinte forma:
1 - Paga caro pra associar;
2 - É mal atendido pra solucionar problemas de qualquer ordem;
3 - Só após sofrer muito é que tem suas solicitações atendidas (geralmente com uma gambiarra);
4 - Sofre com fila em dias e jogo;
5 - Geralmente (90% das vezes), tem problemas para acessar o estádio;
6 - É mal atendido para adentrar ao estádio e resolver os problemas que ocorrem;
7 - Tem um serviço de bares RIDÍCULO;
8 - A equipe de segurança dentro do estádio é totalmente incapaz de dar um bom atendimento;
9 - A equipe de segurança não é nem capaz de desobstruir as escadas (muita gente fica ali, sendo que tem cadeiras disponíveis);
10 - Não se tem um acompanhamento para barrar os fumantes no estádio (os avisos estão por toda a parte, porém não há ninguém que os faça serem cumpridos);
11 - O sistema de interação com o público, parece ser operado por uma criança da 4ª série em dia de gincana;
12 - As promoções de sócio são para sócios adimplentes (Beleza! Ponto para o Avaí!), porém o sistema que gere as informações de sócios é altamente falho (quem me garante que eu participo das promoções? Estou adimplente, pago com débito em fatura de energia, porém o sistema da ressacada mostra o contrário, inclusive com situação diferente para minhas duas carteirinhas pagas da mesma forma);
13 - Se o torcedor tem problemas com produtos, o time dá de ombros (sou um caso como exemplo disso);
14 - Na hora de ir embora, mais fila, e não se cria nada para entreter o público (salvo o caso dos foodtrucks que rolou uma ou duas vezes neste ano);
15 - Pra fechar com chave de ouro, NEM O TIME VEM AJUDANDO!
Dói ser avaiano e ver a infinidade de opções que temos para criar uma ótima atmosfera para o cliente, e NENHUMA DELAS ser explorada de forma correta. 

Enquanto isso... SALVE A ISO9001(?????????)

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Arena Única na capital? Bom pra quem?


Negócio bom pra quem, cara pálida???
O Avaí tem o melhor, mais bonito e mais moderno estádio de SC! 
A Ressacada tem um belíssimo projeto que vem sendo executado em etapas e que deixará, o já lindo estádio, ainda mais bonito. A obra concluída, certamente terá muito destaque a nível nacional.
Temos 70% do estádio coberto, 3 andares de camarote devidamente equipados com TV`s, CT anexo, telão com transmissão ao vivo do jogo, proximidade do aeroporto, capacidade para abrigar grandes shows (vide show do Paul McCartney), e um único problema que está perto de acabar, que é o acesso ao estádio.
As obras estão andando muito bem, obrigado!
Moro perto do campo do tricolor alvi-rosa e a única vantagem que vejo nessa transação, vai ser a retirada daquele monte de entulho que chamam de estádio, de perto da minha casa… Só quem sai ganhando com essa história é o time da praia do cagão.
Grande caloteiro, presente inclusive numa lista dos maiores devedores da capital!
Deixem a belíssima Ressacada continuar sua evolução, e abrigar os jogos do MAIOR DO ESTADO!

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O sentimento não pode parar

O dia em que meu filho foi apresentado à Ressacada
No último final de semana, realizei um sonho. Antes mesmo do meu filho nascer, sempre imaginei quando e como seria a estreia dele na Ressacada. Afinal, levar o filho para conhecer o estádio e assistir à um jogo do time do coração, é um daqueles momentos que marcam a vida de um pai.
Eu tenho várias lembranças do meu pai me levando à inúmeros jogos do Avaí, tanto na Ressacada como em clássicos no Orlando Scarpelli. Mas como sempre fui desde muito pequeno, não lembro contra quem e em qual campeonato foi meu primeiro jogo. Só me lembro de brincar nas arquibancadas de cimento, ainda sem cadeiras e sem cobertura da Ressacada e de sentir a vibração daquela torcida azul e branca, com suas bandeiras, foguetes e papel picado.
E agora, dia 6 de setembro de 2015 em partida contra o Coritiba pelo Brasileirão, entrou para a história da minha vida: meu filho Gabriel, com seus 7 meses e 25 dias de vida, conheceu o seu time do coração. Meu pequeno foi vestido com o manto azurra, uma camisa do Avaí listrada, presente do meu amigo Anderson Climaco. O dia estava chuvoso e por isso, subimos cedo para o camarote das Tintas Killing. Levei ele no colo, ao lado de minha esposa Tatiane, em todos os aposentos possíveis do estádio da Ressacada. A torcida foi chegando, o clima do jogo foi ganhando vida. O Gabriel tirou uma soneca, sorriu para os outros torcedores, fez manha e chorou, bateu palmas para os gritos da torcida e dormiu mais um pouco. Provavelmente, ele não lembrará deste dia. Mas pra mim ficará marcado para sempre.
É verdade que perdemos por 2x0 em casa, nos afundamos cada vez mais na zona de rebaixamento e a crise só aumentou no lado azul e branco da capital. Mas nada disso me importa: eu levei meu filho pra Ressacada!
Via ESPNFC

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Descanse em PAZ



Hoje se foi o Anderson Climaco, figura conhecida da “blogosfera” avaiana e um dos precursores deste espaço.
O Avaí perdeu um grande torcedor, que apoiava o time em qualquer circunstância e todos nós, aqui do Devirada, perdemos um grande amigo de infância.
Sempre descontraído, mesmo que ficássemos um tempo sem nos ver, ao encontrá-lo, era tudo exatamente da mesma maneira que da última vez que havíamos nos visto. Figura carismática e muito espirituoso, deixa-nos cedo demais e de maneira repentina. A saudade já está batendo, amigo.

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Vá em paz, meu grande amigo!


Sem dúvidas, o post mais triste na história do DeVirada. É com pesar que comunico que meu grande amigo de infância, Anderson Climaco, veio a falecer em acidente de carro na madrugada de hoje.
Pelas informações que nos chegam, o velório está marcado para hoje, dia 12/8, no Cemitério do Itacorubi à partir das 15h30. O enterro será amanhã, às 14h, no cemitério de Coqueiros, na Ivo Silveira, em frente ao INSS.
O bigode, como eu o chamava, era um cara de coração grande. Valorizava os amigos e a família acima de qualquer outro bem.
O conheci no maternal, com uns cinco anos de idade, ainda na creche Centro Educacional Bom Pastor. Lá, passávamos o dia inteiro brincando na areia, no balanço, escorregador, jogávamos futebol... Depois, estudamos juntos no ensino médio e depois, continuamos próximos graças ao DeVirada, onde ele gostava muito de escrever.
A verdade é que ele viveu intensamente. Aproveitou a vida como poucos. Eu sempre pegava no pé dele, dizendo para ele casar e morar sozinho, já que morava com os pais. Mas ele sempre falava que não queria stress, queria era curtir a vida sem preocupações. E aproveitou até o fim.
Como ele mesmo escreveu na sua página do Facebook: 
"A vida corre pelas ruas numa busca sem sentido, enquanto o mundo está em guerra por paz, não me pergunte o que é que eu quero da vida, o que é que eu quero da vida eu tenho sede de mais, a vida flui na sua loucura e o momento é decisivo, mas agora estou confuso demais, não me pergunte o que é que eu quero da vida, o que é que eu quero da vida eu tenho sede de mais. " (CBJR - Rip)
Vá em paz meu grande e verdadeiro amigo. E curta essa nova fase, agora em outro plano espiritual.

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A água está batendo na bunda!

Duas derrotas seguidas, uma em casa para o Atlético PR perdendo uma penalidade no último minuto de jogo e outra derrota hoje contra a fraca equipe do tricolor do norte fazem com que a água comece a bater na bunda da equipe Azurra. Sem Marquinhos e Anderson Lopes e jogando com três zagueiros o Avaí teve uma apresentação pífia, onde Tauã que foi o melhor atacante em campo não conseguiu fazer nada. 
A equipe tomou um gol na primeira etapa em mais uma das muitas falhas do goleiro Vagner, que infelizmente por mais que treine não consegue sair do gol. Mais uma péssima atuação do goleiro que vem deixando a desejar e que acabou decretando a derrota Avaiana na minha opinião.
No segundo tempo com as poucas peças de reposição que Kleina tinha à disposição, a equipe deu uma melhorada, atacou mais, porém em mais uma das muitas falhas da zaga, são 24 gols sofridos em 16 jogos e um saldo negativo de gols de -8, o Leão acabou tomando o segundo gol.
Uma péssima campanha para quem quer permanecer na elite do futebol Brasileiro. É bom que apareçam reforços, o retorno de Marquinhos e Anderson Lopes já ajudam, mas com a saída de William que não jogará mais este ano, o Avaí fica com o elenco defasado para brigar pela permanência na primeira divisão.

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Alô Fluminense, o Avaí não está a venda!

A torcida é o maior patrimônio do Avaí Futebol Clube. Foto: Fábio Trierveiler
Em tempos de futebol moderno padrão FIFA, a diretoria avaiana foi na contramão e fez uma bela sacada de marketing para o seu torcedor.

Nesta semana, um grupo de empresários ofereceu 700 mil reais ao Avaí para transferir o jogo contra o Fluminense da Ressacada para o Estádio Mané Garrincha em Brasília.

Mesmo sendo bastante atrativo - um patrocínio master anual para um time do porte do Avaí, seria aproximadamente 4 vezes esse valor - a diretoria e o marketing azurra foram muito felizes em uma nota disponibilizada no site oficial:

Sim, vamos vender o jogo!

Você, torcedor do Avaí, já deve estar sabendo sobre a proposta que recebemos de transferir o jogo do dia 8 de agosto, contra o Fluminense. Caso não saiba, foi oferecido quase R$ 700 mil para o nosso clube permitir que a partida mudasse de endereço, da Ressacada para o Mané Garrincha, em Brasília.

Se nós vendemos? Sim, vendemos.

Mas não para quem nos fez a proposta. Resolvemos vender para os 15 mil torcedores que esperamos no nosso estádio. Para os 15 mil torcedores que estarão onde esse jogo deve acontecer: na nossa casa, no nosso campo.

Sim, o jogo continuará na Ressacada. Se enchermos o estádio vamos arrecadar no máximo R$ 250 mil, mas nada vale mais para o nosso time, nada motiva mais nossos jogadores que o seu grito vindo da arquibancada.

Por isso, avaianos, mais do que nunca, todos estão convocados para esta partida.

#JuntosSomosMaisAvaí

Mesmo partindo de "teorias conspiratórias" de um possível não acerto com esses empresários (afinal, não se nega dinheiro fácil, ainda mais no futebol), o marketing avaiano foi feliz em aproveitar a oportunidade para fortalecer os laços com a torcida avaiana.

Aliás, é o segundo gol de placa em um curto período: recentemente, o Avaí promoveu uma bonita campanha à favor dos imigrantes hatianos, quando no jogo contra o Cruzeiro no mineirão, entrou em campo estampando a palavra Linyon (união, no idioma crioulo haitiano) no manto azurra. Em paralelo à isso, foi disponibilizado um vídeo contando um pouco da história desse povo e mostrando que o Avaí conquistou novos - e animados - torcedores.

É claro que embora nossas finanças ainda estejam em dia, é necessário dinheiro para não correr riscos de atrasos de salários justamente na etapa final da Série A. O Avaí está sem patrocínio master há mais de um ano e meio e assim, fica nossa torcida para que o orgulho proporcionado por esta atitude não se transforme em vergonha no final de ano pela falta de recursos financeiros.

Embora estejamos em uma época em que não tenhamos mais foguetes e bandeiras e apenas cadeiras numeradas no lugar das arquibancadas, como sugere a música Campeão, de Neguinho da Beija Flor, esta atitude faz ainda lembrarmos que nem sempre o futebol é movido por negócios. A paixão ainda é o principal combustível do maior e melhor esporte do planeta.

Via ESPNFC

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Pravatto abre o jogo: FIFA e PES, patrocínio e obras

Thiago Pravatto, Coordenador de Marketing do Avaí
Arquivo pessoal
O manezinho da ilha Thiago Pravatto, 31 anos, hoje coordenador de marketing do Avaí, concedeu entrevista exclusiva à ESPNFC, onde fala sobre obras na Ressacada, patrocínio master, a possível presença do Avaí nos games Pro Evolution Soccer 16 e FIFA 16, campanha de sócios e muito mais.
Confira a entrevista:
Como surgiu a sua história no Avaí Futebol Clube?
Sou publicitário com MBA em Marketing. Comecei a trabalhar no Marketing do Clube em janeiro de 2010. De lá para cá muita coisa mudou: comecei como assistente de Marketing e hoje sou o responsável pelo Marketing do Clube. Assim como dentro de campo onde o Clube tem altos e baixos, no marketing também tem, porque quando o Clube disputa a Série A é uma coisa e na Série B é outra, ficamos muito limitados em todos os aspectos e o financeiro é o que mais pesa. Com o retorno à Série A esse ano, conseguimos retomar algumas coisas e colocar em prática o que pensamos e estamos conseguindo os resultados.
Mas minha história no Clube não iniciou quando comecei a trabalhar no Avaí: antes disso eu era torcedor de arquibancada desde criança. Era muito difícil perder um jogo no ano, estava praticamente em todos, e a partir de 2008 fui um dos organizadores das festas na Ressacada, quando surgiu o “Ressacada ON FIRE”. Foram momentos que jamais vou esquecer e agradeço por ter tido a oportunidade de ter feito parte daquilo e de cada um dos amigos que fiz e que me ajudaram na época. Falo isso, porque nada teria acontecido se não fosse o esforço e empenho de todos eles.
Fizemos coisas inimagináveis até para a gente que estava lá, mas as coisas iam acontecendo e nós víamos que era possível, como aquela festa contra o Cruzeiro em 2009, o bandeirão que até hoje a torcida usa no Setor D, que na época era o maior do sul do país, com quase 3.500m² e que custou R$ 25.000,00. Hoje estou do outro lado trabalhando pelo Clube e fazendo sempre o melhor pensando como torcedor e sempre para o torcedor.
Além da "reforma visual" que o Avaí está promovendo com a pintura interna e externa da Ressacada, há algum projeto estrutural no nosso estádio ou CFA previsto para breve? 
Existem alguns projetos para reforma e melhorias tanto na Ressacada, como no centro de treinamento, mas tudo isso depende de algumas parcerias e investidores. Hoje o que está em andamento é a revitalização da Ressacada, que está sendo finalizado a parte interna e já iniciou a pintura da parte externa, o que vai dar uma nova cara para o estádio, deixando ele todo azul e branco.
Quanto a iluminação, está sendo feito alguns testes e estudos, e que em breve deve receber uma melhoria significativa, sabemos dessa necessidade.
E os símbolos do Avaí em concreto que existiam antigamente? Devem voltar pro gramado da Ressacada?
Antes da retirada deles na época para fazer a reforma dos setores C, D e E, foi uma promessa da diretoria na gestão anterior, que o Zunino era Presidente, mas que a atual diretoria sabe e pretende colocar os escudos novamente, que sempre foram uma marca registrada da Ressacada e que a torcida gostava muito. Acredito que essa questão esteja bem adiantada, faltando apenas colocar em prática e também ter recursos para fazer.
Recentemente, percebi um aumento da interatividade do clube com os torcedores através das redes sociais, principalmente pelo Twitter e Instagram. Cada vez mais o Avaí vem evoluindo a utilização desses meios. Quais as novidades que o torcedor pode esperar para os próximos meses?
Hoje o Avaí tem um profissional exclusivo para esses canais e nosso cuidado e atenção com as redes sociais é muito grande. São os principais canais de comunicação do Clube, já que atualmente todo mundo está conectado a internet através dos smartphones, então acaba que conseguimos atingir um número muito maior de torcedores pelas nossas redes sociais, do que pelo próprio site oficial.
Esse profissional além de criar conteúdo exclusivo, ele monitora tudo que acontece na internet, interage com o torcedor, tira dúvidas, enfim, é o local onde conseguimos ter um contato mais rápido e direto com o torcedor.
E o patrocínio master? Vem ou não vem?
Nós sabemos da importância que é o patrocínio máster, assim como também são os demais espaços em nosso uniforme. Apesar de fazer algum tempo que estamos sem o máster, estamos no mercado tentando de todas as formas, não é por falta de vontade e de tentativa, mas o mercado está retraído. Tudo que tem acontecido no país com a economia, faz com que as empresas evitem esses investimentos. Muitas negociações são abertas, mas acabam não se concretizando.
Temos algumas negociações acontecendo nesse momento, algumas mais avançadas e com certeza vamos fechar o máster em breve, quem sabe temos novidades nas próximas semanas.
Soube que a campanha de sócios do Avaí foi um sucesso. Hoje temos quantos sócios em atividade? Qual a meta que o Avaí pretende atingir para não comercializar mais títulos de sócios?
A campanha teve início no dia 1º de maio e desde então estamos tendo o resultado esperado, houve toda uma modificação nos planos e isso foi muito positivo. Atualmente estamos com mais de 9.700 sócios ativos e acredito que nos próximos dias vamos atingir a marca dos 10mil sócios.
Com as cadeiras destinadas a torcida visitante nesse brasileiro, temos aproximadamente 13 mil cadeiras para a torcida do Avaí, então esperamos chegar entre 11 e 12 mil sócios nos planos que o sócio tem direito a entrar no estádio sem adquirir ingresso e o restante será para torcedores não sócios e também para o plano Nação Avaiana que podemos ter um número ilimitado de sócios.
Pro Evolution Soccer 16 e FIFA 16. O que você pode falar sobre esses tão esperados games? Avaí está na jogada?
Estamos conversando com as duas empresas, que são a Konami e a EA Sports, e bem provável que o Avaí esteja presentes nos dois jogos. No Fifa vai depender se os Clubes brasileiros realmente estarão presentes, coisa que no último ano não aconteceu, mas pelo que estamos vendo vai acontecer. Tudo depende de como a EA Sports vai tratar com os demais Clubes.
Quais ações o marketing do clube está preparando ainda para este ano?
Estamos com foco total agora no desenvolvimento da camisa oficial 3, que é o nosso terceiro uniforme e que assim como nos anos anteriores, pretendemos lançar em setembro, próximo ao aniversário de 92 anos do Clube. Então nesse segundo semestre vamos ter o lançamento do terceiro uniforme, além da programação de aniversário do Clube. Muitas ações ainda serão realizadas, temos algumas coisas em andamento, coisas a curto prazo, outras a longo prazo, mas que o torcedor vai ter conhecimento quando forem divulgadas.
Qual a sua visão em relação às mídias sociais não oficiais do Avaí, como blogs, comunidades no Facebook, entre outros?
São importantes. Tudo que tem o intuito de levar a marca e o nome do Avaí são importantes para o Clube. Nesses meios muitas coisas que precisam ser melhoradas são discutidas e estamos sempre atentos para saber o que o torcedor está falando. Muitas das coisas que a gente faz as vezes saem desses canais que o torcedor dá a sua opinião e faz sua crítica. Então não tem como não estar acompanhando sempre de perto e ver a necessidade do torcedor, isso faz com que o torcedor sempre seja atendido e o Clube atenda as suas expectativas.
Via ESPNFC

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5 razões: o Avaí não cairá para a Série B

William comemora seu primeiro gol após retornar ao Avaí
Jamira Furlani / Avaí FC
Não, o Avaí não é o novo Real Madrid nem vai disputar vaga por título ou libertadores. Nosso campeonato é atingir logo os 45 pontos e não ser rebaixado para Série B do ano que vem. E tenho convicção que atingiremos essa nossa meta este ano. Abaixo, seguem 5 motivos para crer na Série A em 2016:
Peças de reposição
Ao contrário de outros anos, hoje o Avaí tem um grupo de jogadores que vai além dos onze em campo. A ausência de jogadores ditos titulares não afetam o rendimento do time. Mesmo o Avaí sendo o clube que mais tomou cartões amarelos na competição, Kleina consegue alterar jogadores e manter a mesma consistência. Até mesmo a ausência de Marquinhos por lesão está sendo suprida em alto nível por outros jogadores, como Renan Oliveira. No ataque, sai Anderson Lopes, tem William. Sai André Lima, tem Roberto. E o mesmo na zaga: Emerson, Jeci e Antônio Carlos sempre disputando a titularidade.
Sem rachas no elenco
Em anos anteriores, sempre que o Avaí vinha bem, caía uma bomba na Ressacada. Ou era salário atrasado, ou era jogador contra técnico ou diriginte ou até mesmo grupo de jogadores contra grupo de jogadores. Racha no elenco era a receita do fracasso.
Neste ano, com o teto salarial sendo seguido à risca, o Avaí paga seus jogadores em dia (mesmo com a ausência de um patrocínio master). Além disso, o diretor Carlos Arini faz a figura de "agente de crises" no vestiário azurra. É o cara responsável por detectar possíveis focos de incêndio e apagá-los na origem. Assim foi com o atacante Hugo, que após reclamar de ser substituído foi logo "convidado" à treinar em separado. No Avaí, ou jogador respeita a comissão técnica e seus colegas, ou fica de castigo.
Sem estrelas
Ao contrário dos outros times catarinenses na Série A, o Avaí não tem aqueles jogadores ditos "medalhões". Esses, geralmente já consagrados, vem com salário acima dos demais e, por não precisarem mais provar nada a ninguém, é comum que não se esforcem como seus colegas. Receita certa para ciumeiras e fracasso do time.
Um bom técnico
Geninho é um excelente técnico, mas perdeu a mão do time no Catarinense. Todos os indícios mostravam que era um descontentamento geral entre jogadores e treinador. Quando isso ocorre, infelizmente é necessário trocar de técnico, mesmo que esse seja o Guardiola.
Gilson Kleina foi o substituto à altura e aliado ao "trabalho sujo" de Carlos Arini para conter possíveis rachas de elenco ou motins de jogadores, é fundamental para o bom desempenho azurra. Kleina tem o time na mão e é um dos grandes responsáveis pelo desempenho satisfatório do Avaí nesta Série A.
De igual pra igual
Todos estes fatores fazem o Avaí jogar de igual pra igual contra qualquer time da Série A, seja dentro ou fora da Resscada. Destaque para o empate com o Sport (que não fosse a infantilidade do zagueiro Jubal em dar um carrinho por trás dentro da área nos acréscimos, seria uma vitória nossa) e também o empate contra o forte São Paulo no Morumbi.
Exceção é claro, sempre existe, como foi a derrota por 4x1 contra o Atlético Mineiro na Ressacada. Jogo este aliás, que mesmo com o placar elástico, o Avaí não jogou mal: foi o Atlético que jogou muita bola, que sem dúvidas o credencia à disputa do título com o Palmeiras.
Mas é isso aí torcedor. Estaremos durante todo o campeonato alí no meio da tabela, por vezes namorando com a zona de rebaixamento, mas no final do ano, comemoraremos a permanência na Série A.
Via ESPNFC

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O placar não diz o que foi a partida

O título diz bem o que foi a partida contra o Palmeiras. A derrota por três gols de diferença, poderiam ser 4, se o juiz não tivesse anulado um gol legal aos 46 minutos do segundo, porém a elasticidade no placar não diz o que foi o jogo disputado na noite de ontem. A equipe Avaiana saiu atrás no placar em um belo chute, porém teve diversas chances de empatar ainda na primeira etapa. No segundo tempo a equipe do Palmeiras fez valer a melhor qualidade do elenco e ainda contava com a falta de gols do ataque Azurra, que vem há muito tempo tirando o sono do torcedor.

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